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Crítica | O Mínimo para Viver (2017)


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O Mínimo para Viver” é uma daquelas surpresas da Netflix. Aqueles filmes que ela solta sem fazer muito alarde, liberando só um trailer e logo após nos presenteia com um senhor filme! O Mínimo para Viver é um passo a passo de como se fazer um filme sobre assuntos delicados e que precisam ser abordados.

Ellen (Lily Collins) tem anorexia e outros distúrbios alimentares. Sua doença a afeta, mas principalmente aos que estão ao seu redor. Após várias internações, se vê em uma consulta com um doutor (Keanu Reeves) com métodos duvidáveis mas que, segundo todos, funcionam.

O filme trata com muita sutileza o tema dos distúrbios alimentares. Não é invasivo, você entende as condições dos personagens por trejeitos, olhares e formas de falar. O roteiro é muito bem construído, com a quantidade de correta de linhas, nada a mais, nada a menos. E a direção da Marti Noxon (que também assina o roteiro) é louvável. Construiu personagens consistentes além de não deixar o filme perder o ritmo que estabelece já no início.

Lily Collins e Alex Sharp como Ellen e Luke em O Mínimo para Viver (2017)

Cada personagem tem seu pequeno momento que o define, com exceção da protagonista Ellen e Luke (Alex Sharp), paciente da casa onde a ela fica internada. Ambos têm a oportunidade de explorar bem mais seus personagens mas não fazendo com que os demais fiquem subaproveitados. A construção do relacionamento entre os dois é tão natural que desperta a empatia automaticamente e te faz, a qualquer distúrbio naquela ambientação perfeita, enlouquecer pelo filme estar saindo de seu controle. Isso é maravilhoso! A diretora te dá a ilusão de controle do filme e depois te diz “não, não. Vou pelo lado oposto”. E você adora isso.

O Keanu Reeves é o único que não parece confortável com seu papel. Ao contrário do que o trailer expôs, seu personagem não tem tanta presença na trama, mesmo sendo o que dá ao filme a sua narrativa. É uma interpretação fria, desleixada e nada marcante. Vale ainda destacar a atuação da Lili Taylor (American Crime), que como sempre, vai além do que seu personagem realmente exige e abocanha um pedaço maior no produto final.

Lily Collins (esq.) e Lili Taylor (dir.)

O Mínimo para Viver é um filme necessário, não só mais um da leva de produções audiovisuais de problemas juvenis. Com uma boa cinematografia, direção e roteiro certeiros, vale a pena ver mais um trabalho da Lilly Collins e ver o quão natural ela se apresenta

Nota: 9

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