Crítica | Cromossomo 21

por Mariane Oliveira

Cromossomo 21 é sem dúvidas um filme ímpar, não só por falar de inclusão social, mas, também, por tratar esse assunto com naturalidade e de uma maneira tão orgânica. O longa, que sofreu com o baixo orçamento, deixa visível o cuidado em mostrar a luta diária da vida de Vitória (Adriele Pelentir), que é portadora da Síndrome de Dawn. Porém este acaso é apenas um fator que dificulta, entretanto não ofusca sua vida.

A história tem seu foco no amor. No que uma pessoa faria se fosse impedida de amar e de como é necessário que esse amor entre Vitória e Afonso (Luís Fernando Irgang) lute para enfrentar as dificuldades. O intuito do filme é justamente abrir a cabeça das pessoas, escancarando que ter Dawn não modifica seus sentimentos.

O filme tem alguns problemas de fotografia e montagem, cortes acelerados e mudanças bruscas de cenário. Mesmo assim, esses erros não tiram o brilho da ideia do filme. Mostrando como ele é necessário para a representatividade acerca das diferenças e de como o amor supera qualquer barreira.

Vale destacar trilha sonora do longa, que conta com músicas de Clarice Falcão, Lenine e Ludmilla que se encaixam perfeitamente nas cenas, conversando com o roteiro.

Nota: 6

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